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O meu, o seu e o nosso: Consumo Colaborativo

26/07/2011

Que atire a a primeira moedinha quem nunca comprou algo e usou apenas uma vez! Se você  tem um museu dentro de casa, esse post pode ser muito útil.

A nova moda do mercado “sustentavelmente correto” tem sido o consumo colaborativo. Esse termo trata-se de uma forma moderna de escambo – sistema no qual as operações comerciais são feitas através da troca de bens ou serviços.  Em outras palavras, a pessoa anuncia em um site algo que gostaria de trocar, alugar ou até mesmo doar: De livros a pranchas de surfe, vale tudo.

Esse conceito surgiu (ironicamente?) na terra do consumo exagerado, os EUA. Por lá, o consumo colaborativo tem conquistado muitas pessoas e empresas. Segundo Roo Rogers, eco-empresário e co-autor do livro What´s mine is yours – The rise of collaborative consumption (“O que é meu é seu – A ascensão do consumo colaborativo”, em português) diz que trata-se de um sistema de troca, compartilhamento e doação, mas em grande escala.

É importante ressaltar que os EUA, apesar de só possuírem 5% da população mundial, consomem 50% dos recursos agrícolas e energéticos da Terra. Ou seja, para os outros 95% sobra  a outra metade. Um padrão totalmente insustentável e com tendências a auto-destruição. E os norte-americanos têm se dado conta disso.

O mais bacana disso tudo e a redução do consumo, principalmente o de bens duráveis. Para cada objeto trocado ou alugado, menos um produto é consumido, o que gera economia para o meio ambiente e também o  seu rico dinheirinho.

No Brasil, o consumo colaborativo ainda está em fase inicial, e o pioneiro é o site Descola Aí, que no momento apenas funciona na modalidade aluguel. Abaixo, segue um vídeo que explica o funcionamento do site:

Conhece outros sites de consumo colaborativo? Toparia a ideia? Expresse-se! Sua opinião é muito importante!

Manhattan in Motion

21/07/2011

Em Nova Iorque, Manhattan é conhecido como o distrito que nunca dorme. Para comprovar isso, o fotógrafo Josh Owens criou o projeto Manhattan in Motion. Entre março e abril de 2011 ele percorreu vários pontos desse distrito pra mostrar a insônia que lá permanece.

E aí, conhecem algum projeto parecido com cidades brasileiras?

Pérolas geográficas- O retorno

15/07/2011

Mais um post da série “Pérolas Geográficas”. Porque a a ignorância alheia também pode ser cômica. Todas as preciosidades que você lê aqui foram extraídas do perfil do Twitter @perolasdoenem . Segue lá pra ter um dia mais feliz!

Então vamos lá! Hoje os temas estão misturados. Para ver os dois primeiros posts, clique aqui e aqui.

Frases ignorantes. Comentários irritantes.

“Os judeus não conseguiam sair do Egito porque a passagem do Mar Vermelho era caríssima” (Esse aí se aproveitou da fama de pão-duro dos judeus)

“O Anafaquistão é um país que derrubou as torres e que tem como Deus um tal de Bilack” (Agora temos dois novos países: O Sudão do Sul e o Anafaquistão, sendo a religião deste último o Bilackismo)

“O Vietnã deve muito a Hojemin. Hojemin ficou famoso por dizer sempre ao seu sucessor: ‘Hojemin, amanhã você'” (E ontem ele faltou à aula de História)

“O meio de transporte mais utilizado no deserto da Arábia é o tapete” (Se você for o Alladin, quem sabe…)

“O objetivo da Sociedade Anônima é ter muitas fábricas desconhecidas”  (Afinal, propaganda custa muito caro)

“A Segunda Guerra Mundial foi um período de paz e de prosperidade para a Alemanha” ( Hitler era quase um Dalai Lama… Só na paz!)

“A capital de Portugal é Luíz Boa”* ( Coitado do Luíz, sendo chamado de boa…)

“O Brasil foi povoado por ladrões,prostitutas,mercenários e negros que vinham da África procurando emprego dentro de navios negrescos”* (Resumo de 140 caracteres da origem do povo brasileiro. Darcy Ribeiro está se revirando no túmulo)

“As águas do Oceano Pacífico costumam ser mais molhadas que a do Oceano Atlântico” (O Oceano Índico discorda disso!)

“A Pedofilia é o nome que se dá ao estudo dos pêlos” (E meus alunos falam que a Pedologia é os estudo dos pés…)

“Deveriam existir cotas para os bêbados” (Existem, num boteco pertinho de você!)

Transformers versão nacional

14/07/2011

Já imaginou como seriam os Transformers caso eles fossem brasileiros? O quadrinista Arnaldo Branco criou um time brazuca.

Superfaturamento, crise nos aeroportos, desvio de função, gorduras saturadas, enfim, o cotidiano do país da Copa. Divirta-se.

Charge Transformers (Foto: Arnaldo Branco/G1)

Será que rola um Transformers 4: O Lado Obscuro da Copa?

Fonte: G1

A Carne é Fraca

07/07/2011

O documentário A Carne é Fraca  é uma produção brasileira, realizada em 2005 pelo Instituto Nina Rosa, que defende a expansão do vegetarianismo e o combate aos maus tratos contra os animais.

Narrado pela própria Nina Rosa, o documentário foca na questão dos danos causados pela pecuária ao meio ambiente, aos seres humanos, e, principalmente, retrata o sofrimento que muitos animais sofrem para serem a nossa refeição.

Na parte inicial, expõe os danos ambientais, como a poluição e alto consumo de água. Posteriormente, começa uma exposição extremamente angustiante do mal que o ser humano submete esses animais: aves que tem os bicos cortados, porcos sendo castrados sem anestesia, vacas que são separadas de seus filhotes para  continuarem a produzir leite. Por fim, demonstra as vantagens da dieta vegetariana e os malefícios do consumo de carne.

É importante ressaltar que o Brasil possui o segundo maior rebanho bovino do mundo (só perde para a Índia), a produção de carne vermelha é uma das atividades econômicas que mais consomem água, conforme eu já falei neste post. Com qual objetivo? Abastecer os grandes mercados consumidores, que são a Europa e Estados Unidos, enquanto nós, Brasil, estamos entre os cinco países que mais sofrem com a subnutrição.

Para mim, A Carne é Fraca é um documentário obrigatório, principalmente para quem ama e respeita os animais. Assista ao documentário e reflita: Será que vale a pena a enorme dor que esses animais sentem para nos deleitarmos em hambúrgueres, nuggets, churrasco, etc ?

Para assistir, você pode baixar do (ótimo) blog Filmes Políticos, ou ver direto do YouTube .

Você vai olhar para o seu bife com outros olhos.

A música de 19 idiomas

07/07/2011

 

Esse post é pra você, colega, que fica reclamando que aprender inglês ou espanhol é difícil.

A cantora Haikaa Yamamoto nasceu no Brasil, mas já viveu no Japão e nos Estados Unidos. Haikaa já viajou o mundo todo, e ela sentia que sua personalidade mudava  de acordo com o país em que se apresentava. Isto posto, ela gravou a  música Work of Art, cantada em 19 idiomas (lá pelos 2:35 tem um trechinho em português). Segundo a própria cantora, a música trata de “Cooperação global, auto-aceitação, celebração da diversidade, tolerância e amor”, que, convenhamos, são alguns dos valores (que deveriam ser) essenciais para o ser humano.

A música é super bacana e o clipe é lindo. Vale muito a pena assistir.

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E aí, você também altera sua personalidade de acordo com o lugar em que está? Comenta aí!

Barbie assassina

28/06/2011

Pessoal, isso aqui é notícia velha, mas continua sendo “baphônica”: o casal mais queridinho do mundo cor de rosa, Ken e Barbie, terminaram o namoro!

Motivo: a Mattel, que fabrica as bonecas Barbie, tem como fornecedora de embalagens a Asia Pulp and Paper, ou APP, pertencente ao grupo Sinar Mars, localizada na Indonésia. A grande problemática reside no fato de que, para produzir as caixinhas cor de rosa, muitas áreas de floresta nativa tem sido desmatadas de forma irracional.

As florestas da Indonésia são os últimos habitats de de animais em extinção, como orangotangos,tigres e elefantes. Sem falar em todo o desiquilíbrio biótico causado por uma ação predatória de tamanha proporção. Todos esses fatos vieram à tona através da denúncia da ONG Greenpeace, que tem feito ações pelo mundo inteiro denunciando ação exploradora da Mattel e da APP.

Vale a pena destruir uma floresta inteira para produzir caixa de brinquedo? Vale a pena arrasar um ecossistema por causa de uma boneca que incentiva o consumismo e o culto à beleza?

Estamos numa era em que muito se fala de preservação do meio ambiente, desenvolvimento sustentável, mas a única sustentabilidade que vejo é aquela das grandes corporações, onde vale a exploração máxima da natureza e das pessoas em nome do lucro máximo.

Você pode ajudar a deter esse ação ridícula da Mattel e da APP. Clique aqui e assine um e-mail que será enviando à Mattel pedindo a não destruição das florestas da Indonésia. Só precisa de nome e e-mail, é rapidinho!

Quanto ao Ken, coitado, ele está CHOCADO com a malvadeza de sua companheira pink. Confira!

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